Um dia de domingo

Sabe que ouvi agora a pouco? Aquela canção que marcou meus domingos de manhã cedo, você colocava aquele disco de vinil, enquanto lavava nossas roupas na mão. Sim, na época não tínhamos máquina de lavar. Era no braço e na mão…como lhe admirava minha guerreirinha…lembro de ainda ouvi-la balbuciar algumas estrofes e sorrir quando passava por mim pela sala em direção a janela para estender as roupas…

A canção é de amor, um romance entre duas pessoas que desejam estreitar cada vez mais seus laços, ambos tem algo a falar ao outro e querem se encontrar de qualquer jeito.

De sentar para conversar as coisas da vida, de caminhar juntos sob a luz do rosto de Deus (sol) e o sopro da boca de Deus (vento).

De nos tocar em um caloroso abraço, amoroso e cheio de cheiros naturais e amor.

Fazer valer o sentimento do quanto é emocionante quando estávamos juntos.

Fala do mesmo ar que respiramos juntos, sempre que estávamos juntos. E de ter o no corpo o mesmo sol que bronzeia o outro, nesse chão da vida.

Sim, ainda parece cedo o tempo de nos reencontrar. Enquanto isso eu deixo falar a voz desta emoção que sinto agora enquanto escuto e canto esta canção.

A verdade, e a coisa boa meu amor, é que esta canção em convergência com o evangelho de Cristo, revela que eu a verei outra vez sorrindo na eternidade e como anseio por este dia!

Sabe, você não cantará mais as lindas canções feitas por homens.

Agora já cantará as celestiais…

Seu filho homem que sobreviveu…

Fernando Macedo

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