Meu relacionamento com Sofia – Por Fernando Macedo

Hoje, 09 de julho de 2016 tive a reconfirmação  do meu chamado de servir a Deus através do outro. Sem contudo, deixar de conhecer-me  a mim mesmo antes da pretensão de tentar conhecer ou até mesmo julgar o outro.

Os estudos da Nova Acrópole, (atividades escolásticas não apenas teóricas, mas práticas) que nos instiga a fazê-lo no hoje, no chão da vida. Sem neurose culposa de achar que converterá o mundo inteiro, mas que no mínimo começa no ambiente onde se está.Torna-se um marco, de aperfeiçoamento de ensinamentos da vida na vida, com a negação do culto ao intelecto e da formatação de um programa acadêmico pela simplicidade da investigação e desenvolvimento prático neste status quo.

A parte maravilhosa do “acaso” é que não existe “acaso”, e sim o propósito de Deus que se apresenta ao e no homem  que decidiu buscar a sabedoria prática.

Durante muito tempo, fui um entusiasta da vida, no sentido real etimológico da palavra: Entusiasmo (do grego en + theos, literalmente ‘em Deus‘), iniciado na fé,  desde criança, apesar das influências dogmáticas e distorcida sobre Deus, o que permanecia de essência  foi por mim aproveitado da melhor forma, mesmo com as imperfeições e do mal que cada dia em si o trás.

nova acropole

Hoje, esvazio-me de tudo que achava que sabia, colocando-me como um vaso ávido para ser cheio de SOFIA que esteja longe de ser rasa, e após esta experiência de hoje e para sempre, sintetizo com uma citação de Esopo, que diz: Ninguém é tão grande que não possa aprender, nem tão pequeno que não possa ensinar.

Fernando Macedo

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