É, parece que o gigante ainda continua dormindo! Por Fernando Macedo

É, apesar de ver muitos declarando seu votos (nada contra), preferi não expor o meu antes das eleições, por perceber que numa analise generalizada de como se valem o povo brasileiro na visão critica-política, eu estaria não contribuindo para aquilo que costumo defender que é a arte de pensar.

Bom, pela tarde junto com minha esposa e um casal de amigos, fomos justificar nossos votos, uma vez que estou em um estado  que não é o meu de origem. Mas caso eu pudesse votar, votaria em Marina. Não apenas por causa das suas convicções “religiosa” cristã, pelo contrário,  por ser uma vaga alternativa daquilo que ela mesmo chamou de uma nova política. Sim,  nova política esta que longe de mim em acreditar que conseguirá em tão pouco tempo uma mudança substancial, uma vez que o foro de São Paulo seja “pra mim” uma das interrupções de crescimento do Brasil em toda e qualquer área, e se romper-se teremos um Brasil melhor em pelo menos 50 anos.

Confesso que cheguei a acreditar que Marina conseguiria ir ao segundo turno, e logo após, ela é quem cederia a uma aliança com o Aércio  para derrotar Dilma e por fim, dar inicio a tão sonhada “ nova política”.

Sobre as pesquisas, é ter credibilidade nelas, apesar de saber que boa parte dos brasileiros fingem acreditar que o escândalo dos institutos de pesquisas não passou de uma teoria da conspiração, ou a participação da máquina petista na influência ou diga-se manipulação de resultados tenha sido fundamental. Não sei, se o resultado das eleições a presidência tenha mais ações de corrupções, mas acredito que o povo (como sempre) se mostrou ter memória fraca, ou uma visão infantil e dês-esperanças do fator lealdade e honestidade , para a onda do “rouba mais faz”.

Finalizo com o seguinte:  Se houve manifestação plena do povo, sem nenhuma interferência corrupta que alterasse o resultado, tendo Dilma com maior número de votos, este povo tem o governo que merece.

Vitor Hugo dizia:

“Entre um governo que faz o mal e o povo que o consente, há certa cumplicidade vergonhosa.”

 

 

 

Fernando Macedo

 

eleiçõess

 

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