Conversão, uma anedota fernandiânica

Conversão,

Pai você viu? a Maria se converteu, foi pra “igreja”!

Não filho, diga apenas que a Maria foi à “igreja”.

Uma conversão genuína, é diária, se dá no chão da vida, que só finda na transcendência, quando nos tornamos a semelhança de Jesus.

Uma conversão jamais deve ser atribuída apenas a frequência a cultos, seja de qualquer religião.

A conversão é um processo e não o fim em si. E este despertar pode inclusive se originar de qualquer que seja o ambiente, até mesmo em uma “igreja”.

Uma conversão genuína pode nascer sim, em um indivíduo dentro de uma “igreja” como pode também nascer em um indivíduo sentado em uma privada, tomando banho, na cama de um hospital…enfim, ela é de dentro pra fora!

Uma conversão genuína são frutos dignos de arrependimentos, conversão se é notória pelo fruto do espírito como: amor prático, alegria e satisfação, paciência e tolerância, gentileza e consideração, desejo de ajudar, fé, brandura e domínio próprio. Por fim, atitudes de pacificação no ser, busca e prática da justiça, misericórdia, verdade e amor!

Agora, vamos, me ajude a terminar de plantar mais esta árvore!

 

 

Uma anedota fenandiânica
Fernando Macedo

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